
ALONGAMENTO
Cada um difere de todos os demais no que se refere a força, resistência, flexibilidade e temperamento, porém, se você conhecer o seu corpo e as necessidades que o animam, será capaz de desenvolver seu próprio potencial. Atualmente, milhões de pessoas estão descobrindo os benefícios do movimento. Os alongamentos são elos importantes entre a vida sedentária e a ativa. Mantém os músculos flexíveis e ajudam a concretizar a atividade vigorosa, sem tensões indevidas. São muito importantes para pessoas que correm, andam de bicicleta, dançam ou fazem outros exercícios desgastantes, pois, atividades como estas causam tensões e inflexibilidade. Os alongamentos ajudam na prevenção de lesões comuns, tais como, distensão de canela, inflamação do tendão de Aquiles em corredores, e ombros e cotovelos doloridos, nos tenistas. É bom saber que os alongamentos são fáceis, mas quando feitos de forma incorreta, podem fazer mais mal do que bem.
TÉCNICAS CORRETAS
Não é preciso forçar os limites, não deve ser uma questão de competição ver até onde consegue se alongar. Os alongamentos devem ser feitos sob medida, conforme a estrutura muscular, a flexibilidade, e de acordo com os diversos níveis de tensão. O ponto chave é a regularidade com o relaxamento. A redução da tensão muscular promove movimentos mais soltos, e não um esforço concentrado para conseguir total flexibilidade, que frequentemente conduz a superestiramentos e a lesões. Fazer alongamento não provoca lesões, é algo pacífico, suas sensações sutis e revigorantes permitem a sintonia com os músculos. Não é preciso submeter-se a disciplinas, fazer alongamentos proporciona liberdade.Mas é necessário que se pratique devagar, especialmente no início. Comece de leve e seja constante. Afinal, não há como entrar em forma no primeiro dia. Todos podem fazer alongamentos, independente da idade ou flexibilidade. Não é necessário estar no ponto máximo de condição física, nem possuir habilidades atléticas.Se você tiver sofrido algum problema físico, uma cirurgia nas articulações e músculos, ou se vier de inatividade ou vida sedentária, é bom consultar um médico antes de começar um programa de exercícios ou alongamento.
POR QUE FAZER?
- Reduz as tensões musculares e dão a sensação de um corpo mais relaxado - Servem de benefícios para a coordenação - Aumentam o âmbito de movimentação - Previne lesões como distensões musculares, pois um músculo alongado resiste mais às tensões - Facilita as atividades de desgaste como corridas, tênis - Desenvolve a consciência corporal e aprende a se conhecer - Ajuda a liberar os movimentos bloqueados por tensões emocionais - Ativa a circulação - É gostoso, é bom!
(fonte: revista Você e a Dança - set/out/97)
Antes de começar a prática lembre-se de manter o controle do exercício de acordo com suas possibilidades. Uma pequena sensação de desconforto é natural. Caso você mal consiga firmar a posição de alongamento devido à dor muita intensa procure orientação especializada. O tempo mínimo na posição de alongamento é de 30 segundos.
Estes mesmos exercícios podem sofrer variações simples colocando-se as costas na parede, veja:

Figuras extraídas dos livros: Alongue-se de Bob Anderson e O Stretching Global Ativo de Ph. E. Souchard



 Ao erguer o tronco, no retorno do exercício, faça-o vagarosamente. A cabeça deverá voltar a posição normal somente depois que o tronco estiver erguido.
- Postado por: fernanda às 13h22
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Termos de Ballet (continuação...)
L
LEOTARD - É o nome original ao que hoje chamamos de colã. Um pedaço de roupa que cobre todo o tronco, com ou sem mangas, usada com meia calça para praticar, ou em muitos ballets contemporâneos, uma fantasia para apresentações. Originalmente desenhada pelo francês acrobata Jules Leotard (1830 - 70)
LIGNE - Linha. O perfil apresentado pelo bailarino durante a execução de passos e poses. Diz-se que um bailarino tem um bom ou mau sentido de linha na conformidade dos arranjos da cabeça, corpo e pernas numa posição ou movimento. Uma boa linha é indispensável ao bailarino clássico.
M
MÁITRE-DE-BALLET, MAITRESSE-DU-BALLET OU CHEFE DO BALLET - É o responsável, junto ao coreógrafo, por manter e remontar, quando necessário, a obra, respeitando sua autenticidade, qualidade técnica e artística. O maitre-de-ballet também dá aulas à companhia cuidando da unidade de trabalho e estilo que estão sob a sua responsabilidade.
MANÉGE - Picadeiro, indica a forma em que o bailarino executa os tours, quando estes são feitos ao redor do palco, como se circundasse um picadeiro imaginário.
MARCHÉ, PAS - Passo marchado ou andado. Um passo comum, feito com o pé esticado, colocando-se primeiro no chão a meia ponta e em seguida o calcanhar.
O
OUVERTE OU OUVERT - Aberta ou aberto. Pode referir-se à posições, membros, direções, ou certos exercícios ou passos.
OUVERTURE DE JAMBE - Abertura de perna. A ouverture de jambe é um termo da escola francesa e assemelha-se ao grand rond de jambe en l'air mas enquanto este último é feito vagarosamente e precedido por um developpé, a ouverture de jambe é feita da grand quatrième devant ou derrière e num movimento rápido ou num golpe, tanto para dentro como para fora.
- Postado por: fernanda às 13h21
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BALLETS DE REPERTÓRIO
COPPÉLIA
Ficha Geral
Nome: Coppélia.
Coreografia: Arthur de Saint-León.
Música: Léo Delibes.
Libreto: De Nuitter e Saint-León.
Cenário: Cambon, Despléchin e Lavastre.
Estréia: O bailado estreou no Teatro Imperial da Ópera de Paris no dia 25 de maiso de 1870.
Principais papéis: Nos principais papéis estavam Giuseppina Bozacchi (Swanilda)-então com 15 anos -e E. Fiocre (Frantz).
História
Ato I: Praça de uma cidade da Cracóvia. Swanilda está enciumada: seu noivo, Frantz, parece estar apaixonado pela suposta filha de um fabricante de bonecos, o Dr. Coppelius. Coppélia, porém, não passa de uma boneca mecânica que faz o movimento de atirar beijos, no que é respondida por Frantz. Swanilda o surpreende nessa atitude e ameaça romper o noivado. Para provar sua indiferença, dança uma czarda com os amigos. Ela recolhe a chave que o Dr. Coppelius deixara inadvertidamente cair e chama as amigas. Temeroso, o grupo abre a porta e entra na loja do misterioso velhinho.
Ato II: Interior da loja. Coppélia está sentada entre outros bonecos, tendo um livro nas mãos. Ao se aproximarem, Swanilda e as amigas descobrem que ela é uma boneca de corda. Aliviadas colocam todos os bonecos em movimento. Coppelius interrompe furioso e põem todas em fuga; menos Swanilda, que resolve pregar uma peça no velho vestindo-se com as roupas da boneca e assumindo o seu lugar. Entra Fratz , em busca da filha de Coppelius. Este aproveita a oportunidade para tentar realizar um sonho: através de passes mágicos transferir a vida de alguém para a sua Coppélia. Ele força Frantz a beber até que fique embriagado. Realiza então uma série de passes cabalísticos, Swanilda entra na brincadeira e finge ganhar vida, deixando o velho enlouquecido com suas danças rápidas e sensuais. Por fim, preocupada com o noivo, resolve acabar com o jogo e revela sua identidade. Coppelius desmaia e a dupla foge.
Ato final: Esse ato é na verdade um brilhante divertimento. Os vilarinhos estão reunidos para celebrar a benção do sino da igreja e o casamento de Fratz e Swanilda. O Dr. Coppelius entra furioso exigindo uma indenização dos prejuízos causados em sua loja. O Burgomestre entrega-lhe uma bolsa e o ballet se encerra em clima de alegria e confraternização geral.
- Postado por: fernanda às 13h21
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CONTOS DE BALLET - Parte IV
Imprudência
Diana era uma bailarina de dezesseis anos, que fazia ballet desde os sete e era componente da Cia. Juvenil do Ballet da Cidade. Ela era uma das melhores bailarinas da cia. e estava ensaiando para o pas de deux de Bodas de Aurora. Seu parceiro Erick, também era um dos melhores dançarinos da cia., eles faziam um ótimo par. Surgiu então uma viagem no colégio de Diana e ela resolveu que iria de qualquer jeito, afinal iria ser muito divertido. Preparou suas malas, ficaria três dias fora. Chegando em seu destino, Diana se divertiu como pôde, fez de tudo um pouco. No último dia da viagem amanheceu chovendo e Diana e suas amigas foram até uma lancheria perto de seu hotel. Ao atravessar a rua, que estava alagada, Diana virou-se para suas amigas e disse: - Querem saber uma das muitas vantagens de ser bailarina? Diana então preparou-se para pular a poça d'água, fez um grand jeté, mas depois da água havia um pouco de lama, e quando foi cair, Diana torceu o pé e caiu no chão. Suas amigas tentaram levantá-la, mas Diana não conseguia colocar o pé no chão. Ela percebeu então o que havia acontecido... faltavam apenas duas semanas para apresentação e ela havia torcido o pé. Diana se desesperou, colocou gelo no pé e não contou nada pra ninguém. Chegando em casa, mancando evidentemente, Diana não quis ir ao médico, apesar da insistência de seus pais, mentiu para sua professora que estava doente e esperou o pé desinchar. Dois dias depois, ainda com o pé inchado foi obrigada por sua mãe a ir ao médico. O médico examinou Diana e disse que ela deveria ter ido antes, pois assim, ela estaria bem em alguns dias, mas, como ela continuou forçando o pé e não foi medicada, ficaria parada por três semanas. Diana se desesperou. Ao chegar em casa, chorou muito e teve que ouvir sua mãe falar de sua dupla imprudência: a primeira em tentar se mostrar para suas amigas naquelas condições, a segunda em relutar para ir ao médico. Pior de tudo, é que Diana sabia que sua mãe estava certa e que ela havia sido por demais infantil, e assim, estava sofrendo as conseqüências de sua infantilidade. No outro dia foi obrigada a dizer a sua professora o que havia acontecido. Foi então que Diana descobriu que seria substituída no pas de deux. Diana entrou em pânico, pois se sentiu de certa forma ameaçada. Percebendo isso, madame Olga sua professora a chamou para uma conversa: - Diana - disse ela com uma voz acolhedora - você não é a primeira bailarina que faz isso, e com certeza não será a última, mas o que importa é que você foi infantil, mas está arrependida, não é? - É, sim! Disse Diana completamente sem graça. - Você agora está mais experiente, pois com certeza não fará isso novamente, e um pouco mais madura, pois reconheceu seu erro. O que você aprendeu até hoje, você não vai esquecer, agora o que você tem a fazer é ajudar a sua substituta a fazer um bom trabalho e honrar o seu partner e o seu lugar, é claro! Diana sorriu, era uma situação meio constrangedora, mas ela seguiu o conselho de madame Olga e assistiu a todos os seguintes ensaios do pas de deux e ajudou a menina como uma verdadeira professora. Na véspera do espetáculo madame Olga veio falar com Diana. - Gostei de ver - disse ela - você me ajudou muito, o pas de deux ficou lindo! - Eu também gostei de ver, pois aprendi que nunca devo ignorar as coisas pois elas ficam piores e que devemos tentar arrumar a situação, pois já que eu não pude dançar, fiz o possível para que a pessoa que estiver no meu lugar dance tão bem quanto eu! E essa foi apenas uma das muitas confusões que Diana ainda aprontará, aguarde o próximo conto!
(www.balletromania.hpg.ig.com.br)
- Postado por: fernanda às 13h21
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Teste -> Você realmente quer ser bailarina?
 Se perguntarem a qualquer uma de nós , que dançamos , o que queremos da vida , a resposta será quase unânime : quero ser bailarina , mas será que realmente queremos?
Não vale mentir ! Você tem que responder 12 questões, contar os pontos e ver o resultado. Lápis e papel na mão e boa sorte !
Teste retirado do livro "Profissão Dança", Editora Globo.
1. Escolha o grupo de matéria que mais desperta o seu interesse.
a. Matemática , Química e Física . b. Literatura , Artes e Educação Física . c. Educação Física , Biologia e Química .
2. Para você uma viagem imperdível seria ...
a. ... um tour pela Europa para conhecer ao vivo toda a arte que está nos museus e nas ruas . b. ... uma temporada em Nova York para assistir as montagens dos espetáculos mais recentes . c. ... qualquer lugar , desde que com muita praia e sol.
3. Quando você pensa na profissão que vai ter um dia , o que mais te preocupa ?
a. descobrir se você gosta daquilo de verdade . b. saber se ela dá pra ganhar a vida e um bom salário. c. conhecer a relação candidato por vaga no vestibular.
4. Você acabou de sair do cinema , o filme era emocionante , deu até vontade de chorar. Qual era o enredo?
a. O drama emocional da separação de um casal. b. O sofrimento de uma filha que perde toda a família. c. A saga do garoto que perde todo o dinheiro , fica na ruína , mas dá a volta por cima.
5. Você tinha um evento especial e resolveu comprar uma roupa mais moderna. Na hora de se arrumar , você ...
a. ... resolve radicalizar , monta uma roupa totalmente diferente do que usa normalmente. b. ... fica um pouco na dúvida , mas resolve arriscar. Na hora de entrar na festa fica na sua, sem estardalhaços. c. ... a indecisão acaba virando um freio. Você experimenta várias outras roupas e só vai com a nova se tiver algum incentivo de um amigo.
6. Na sua opinião , uma pessoa preparada para o futuro precisa ...
a. ... estar autocentrada e acima de tudo ir atrás dos seus objetivos. b. ... ser ecológica , usar os recursos naturais com consciência. c. ... dominar as tecnologias e ser capaz de usar os recursos do computador para facilitar a própria vida.
7. Em um trabalho na escola, que pode ser feito individual ou em grupo, você prefere:
a. dividir o trabalho e cada um faz o que prefere. b. trabalhar sozinha , mesmo que seja mais difícil, mas pelo menos você terá a certeza de que o trabalho sairá bem feito . c. fazer parte de um grupo , claro! Mas não quer ficar com a coordenação do trabalho nem apresentar na sala.
8. Qual dessas definições combina mais com seu jeito de ser em relação a turma de amigos?
a. liderança - você é quem decide as coisas. b. agitação - sempre tem uma idéia , mas quer ouvir as outras opiniões. c. passividade - segue o que a maioria decide.
9. Seus pais não querem que você vá fazer rapel com a turma . Você ...
a. ... insiste a semana inteira com seus pais dizendo que é uma atividade segura e legal. b. ... pede uma força para os pais dos colegas que liberaram a viagem , acha que se eles insistirem , quem sabe convençam seus pais , não? c. ... fica mal com seus pais , mas se conforma.
10. Imagine se você pudesse mudar o jeito de as pessoas se relacionarem com o dinheiro . O que faria?
a. Faria todo mundo ser mais solidário e dividir o que tem entre si. b. Acabaria com o dinheiro , as pessoas trocariam favores ou algo assim , ou no máximo cada um precisaria de um pouco para sobreviver . c. Já que você estaria com este poder todo , encontraria uma forma de garantir uma poupança em seu nome quando nasces .
11. Para você , a questão do investimento público em artes , patrocinando filmes , teatro e dança , deve ter qual prioridade?
a. Mínima. O fundamental é criar empregos bem remunerados , pois sem dinheiro o mundo não funciona. b. Média. Apesar de achar a cultura muito importante , a questão da saúde é mais urgente e precisa ser encarada como prioridade. c. Máxima. Sem educação e cultura tem certeza que um povo não evolui.
12. No lugar de prestar vestibular você gostaria de dar um tempo para viajar. O que fala para seus pais?
a. "Quero prestar , mas só ano que vem. Este ano acho importante viajar e ter outro tipo de conhecimento." b. "Vou prestar a sério" , mas faz a prova de qualquer jeito para não entrar. c. "Vou prestar" , se inscreve no curso mais fácil só para contentar seus pais e adia os planos da viagem.
- Postado por: fernanda às 13h19
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Teste -> Resultado
Some os pontos correspondentes a cada alternativa , não vale roubar!!!
......1...2...3...4...5...6...7...8...9...10...11...12 a....1...2...3...1...2...3...2...3...3.....2.....1.....3 b....3...1...2...2...3...2...3...2...2.....3.....2.....2 c....2...3...1...3...1....1....1....1....1......1.....3.....1
12 a 18 pontos Você é uma pessoa prática, que considera o sucesso em relação ao dinheiro e à estabilidade de uma carreira estável. Determinado , você luta pelo que quer , mas desde que isso não cause grande conflito . Por isso é bom ficar ligado. Escolher a dança significa enfrentar uma série de sacrifícios e muita dedicação. E lembre que o reconhecimento vem aos poucos, não adianta ficar frustrado . Se sua vocação para artes fala mais alto , procure informações sobre Cinema e Web Designer que são profissões bem atuais. E lembre que você não precisa deixar de dançar , só não vai passar a viver disso.
19 a 24 pontos Você tem muito a ver com várias características de quem escolhe a dança como profissão . Desprendimento , dedicação , gosto pela arte e vontade própria. Talvez o que possa pegar é a necessidade de se isolar por causa dos ensaios e viagens , o que dificulta bastante o lado pessoal , o contato com os amigos e pode desgastar os relacionamentos . Nesse caso é preciso estar preparado para enfrentar um desafio , a exemplo do que acontece com outras carreiras até fora do meio artístico , como a Medicina. Pense bem nisso antes de sua decisão final.
25 a 36 pontos Você é uma pessoa que é movida por seu ideal. Quando põe uma idéia na cabeça , persegue seus objetivos e cria estratégias para chegar lá. Auto-suficiente , sabe se virar sozinho e até prefere as atividades em que só precisa depender de si para fazer um trabalho bem feito . Todos esses pontos são importantes para quem pretende desenvolver uma carreira ligada a dança , por isso , sucesso! Se , além de tudo , você ainda tem habilidades artísticas e preparo para as rotinas diárias de exercícios físicos, ninguém segura você mais : o mundo que se prepare para acolher a sua arte!
- Postado por: fernanda às 13h19
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Termos de Ballet (continuação...)
J
JAMBE - Perna.
JETÉS - Jogados. Passo de allegro. São diferentes tipos de saltos. Pode ser petit jeté, jeté ordinaire, grand jeté, grand jeté en avant, grand jeté en tournant, jeté passé, jetés battement, jetés elancés e, na escola russa, ainda o jeté fermé.
Grand jeté pas de chat
Jeté renversé en dehor
Jeté renversé en dedan
Petit jeté fermé
JETÉ BATTU - Jeté batido. Ambos jeté dessus e jeté dessous devem ser batidos.
JETÉ ENTRELACÉ - Jeté entrelaçado. Um termo dvindo da Escola Russa. Este jeté é feito em todas as direções e em círculo. É geralmente precedido por um chassé ou pas couru para dar ímpeto ao salto. Na Escola Francesa é chamado de "grand jeté dessus en tournant"; no método Checchetti é "grand jeté en tournant en arrière."
Jeté entrelacé Vaganova
 Jeté entrelacé Tarasov
Jeté entrelacé com fouetté
JETÉ, GRAND - Um grande jeté. Neste passo as pernas são jogadas a 90 graus com um salto correspondente. É feito pra frente em attitude croisée ou effacée, e em todos os arabesques. Deve também ser feito para trás com a perna elevada tanto em croisé como em effacé devant. Grand jeté é sempre precedido por um movimento preeliminar, como um glissade, pas couru ou coupe.
JETÉ EN AVANT, GRAND - Um grande jeté direcionado para a frente. Um grande salto para a frente precedido por um movimento como pas couru ou um glissade, que dá o impulso necessário. O salto é feito com o pé que é "jogado" para a frente, como um grand battement a 90 graus, onde a altura do salto depende da força do calcanhar e o tamando da perna, também levando em consideração o impulso da outra perna que fecha. O bailarino tenta permanecer no ar em um attitude ou arabesque bem definido e cai ao chão na mesma pose. É importante inicar o salto com um singelo plié e e terminá-lo com um suave e controlado plié.
JETÉ EN DERRIERE, GRAND - É igual porém com o attitude derrière. Tanto um como o outro podem ser executados sobre o mesmo ponto ( no lugar) ou com deslocamento do corpo para frente ou para trás. (RAD).
JETÉ, PETIT - Um pequeno jeté. Do demi-plié na quinta posição o pé que trabalha desliza pelo chão até alcançar a posicão à la demi-hauteur. O pé de base então descola do chão e aterrisa em fondu na perna que trabalha com o outro pé extendido no ar ou em sur le cou-de-pied. Petit jeté é feito dessus, dessous, en avant, en arrière e en tournant.
(Verificar também no post do dia 16/11/04 Battement tendu jeté e Battement jeté piqué)
- Postado por: fernanda às 13h18
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Termos de ballet (continuação...)
G
GARGOUILLADE - Também chamado rond de jambe double. O passo é um pas de chat com um rond de jambe en l'air, este último feito com a perna que pula primeiro.
GLISSADE - Deslizamento. Um passo onde, da quinta posição em demi-plié, é feito um jeté à la seconde com a perna da frente, tomando impulso para um pequeno salto onde a perna de trás fecha na frente.

GLISSÉ - Escorregando, deslizando.
H
HAUTER, À LA - Para o alto. Uma posição na qual a perna em movimento é levantada em ângulo reto com os quadris.
MAQUIAGEM DE PALCO
A distância entre a platéia e o palco geralmente prejudica a visão de nossas expressões faciais. Numa apresentação de dança, a expressão é importantíssima, como forma de transmitir qualquer sentimento ao expectador. A maquiagem de palco existe para isso e também para outros casos, quando pode chegar até a fazer parte do figurino. É importante, além de aprender, utilizar material de qualidade. A intenção da maquiagem de palco é abrir os olhos e realçar a expressão. Por isso, para cada tipo de olho (puxado, amendoado, redondo, caído) existe uma maquiagem ideal. Procure saber a forma mais adequada de fazer a sua maquiagem. E lembre-se que a prática irá aperfeiçoar sua maquiagem! 1. Espalhe pancake ou base (do tom da sua pele) por todo o rosto. Cuidado para o pescoço e o colo não ficarem com a cor diferente. 2. Contorne os olhos pelo lado de fora da pálpebra com um lápis ou delineador preto. O traço de cima nunca se encontra com o de baixo, e nos cantos de fora dos olhos alongue os dois traços paralelamente. 3.Passe a sombra colorida logo acima da pálpebra, passando o pincel de dentro para fora (no sentido do nariz para as orelhas). O colorido da sombra não deve ficar apenas acima dos olhos, mas deve alongar-se um pouquinho para os cantos de fora. (Ver desenho) 4. Entre as sobrancelhas e a sombra colorida, passe uma camada de sombra branca, espalhando no mesmo sentido. 5.Todas as formas de se alongar os cílios são válidas (curvex, cílios postiços, etc.) O rímel é obrigatório! 6. O blush deve ser passado na diagonal boca-alto da orelha. Para isso, faça bico com a boca como quem vai dar um beijo, e onde a bochecha ficar funda passe o blush. Sempre de dentro para fora. 7. Se a sua sobrancelha for muito rala ou curta, aumente-a com um lápis preto ou marrom. Lembre-se que a sobrancelha no palco deve ser realmente longa, estendendo-se além dos olhos. Nunca alongue a sobrancelha para baixo, pois você fica com cara de choro! 8. O batom também é imprescindível. Tons escuros como marrom, vinho ou roxo podem deixar a boca preta no palco, quando a luz azul é refletida. 9. Um traço de lápis branco na parte de dentro da pálpebra inferior valoriza e abre o olhar.
Uma maquiagem básica para o palco é esta mostrada abaixo, com ela não há perigo de errar. Claro que dependendo do gosto e experiência de cada um ela pode ser aperfeiçoada.

Obs.:(Como tenho esse texto salvo há bastante tempo em meu computador, não me lembro de onde foi retirado. Se alguém souber, por favor, me avise para que eu possa dar os devidos créditos.)
- Postado por: fernanda às 13h17
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DICAS PARA BAILARINOS E ESTUDANTES
Sua aula
1. O balé é exaustivo e toma muito tempo, mas também é excitante e criativo, e muitos bailarinos tornam-se totalmente dedicados à sua profissão. É um mundo muito particular. Como disse Errol Pickford, estudante da Royal Ballet School: "Uma vez que se decide fazer dança com seriedade, tem-se que trabalhar arduamente o tempo todo, mesmo nas férias".
2. Curiosidade: quando era menina, Margot Fonteyn viu, certo dia, um cartaz em que havia uma bailarina e perguntou à sua mãe que era ela. "É a Pavlova, a maior bailarina do mundo". "Então eu serei a segunda maior". Todas as pessoas que se dedicam à dança necessitam dessa confiança, embora nem todas possam chegar a ser uma primeira bailarina absoluta e presidente da Royal Academy of Dancing. Entretanto, embora possam ter consciência de que nunca ascenderão ao topo, muitas sentem ter realizado, através da dança, a maior ambição de suas vidas.
3. A vida do bailarino profissional e até mesmo do estudante exige considerável dose de auto disciplina, pois é importante que aprenda, desde cedo, a ser independente. Por exemplo, você deve procurar cuidar pessoalmente de suas roupas de treino diário e assegurar-se de que estão limpas e em bom estado de conservação.
4. Dê-se um breve momento de descontração e situe-se num estado de espírito adequado, antes de começar as aulas. Fazendo isso por si mesmo, você estará se ajudando a sentir mais confiança e segurança pessoal.
5. Uma vez iniciadas as aulas, ouça cuidadosa e atentamente, e procure memorizar o que lhe está sendo solicitado que faça. No início, é possível que você ache isso difícil, pois muitos movimentos que parecem simples precisam ser repetidos muitas vezes até serem executados com perfeição.
6. Não seja tentado a conversar com seu vizinho, pois além de não estar ouvindo as instruções de seu professor, também estará perturbando a concentração dos outros alunos.
7. O professor corrigirá seus movimentos de tempos em tempos. Procure entender onde você está errando e empenhe-se em fazê-los corretamente. Preste atenção às correções dos outros alunos; elas podem aplicar-se também ao seu caso.
8. Não existe melhor maneira de aprender a dançar do que estudar com outras pessoas que estão igualmente interessadas e motivadas a obterem êxito. Assim, você poderá julgar seu próprio progresso e comparar-se com os outros alunos. Se você tem um determinado defeito que necessita de correção, o seu professor pode pensar que aulas particulares sejam recomendáveis. De modo geral, entretanto, a aprendizagem em classe é melhor, já que as aulas particulares tendem a concentrar-se mais nos pontos fracos, o que pode levá-lo a se sentir um tanto pessimista quanto às suas chances de êxito.
9. Embora requeira um tremendo esforço, a aula de balé também deve ser divertida. Se for interessante, a música de acompanhamento pode aumentar consideravelmente o prazer das aulas de balé. Ouça a música, pois ela afetará o modo como você se expressa nos movimentos. Afinal de contas, a dança é uma arte.
10. Às vezes, você poderá sentir que não está progredindo com suficiente rapidez; porém, seja paciente e confie no seu professor. Anos de experiência ensinaram-lhe a observar o seu desenvolvimento e a decidir sobre a cadência adequada para cada aluno. Fazer coisas demais muito cedo pode ser mais prejudicial do que conter-se um pouco.
11. Um pequeno desconforto é normal numa aula de balé, mas não se submeta a um esforço exagerado, visto que, por mais que a aula seja dada com cuidado, acidentes sempre podem acontecer. Se você sentir alguma dor, informe seu professor imediatamente e proceda de acordo com suas instruções.
12. Trabalhar de maneira disciplinada não só ajudará você a conseguir muitos progressos na dança, mas também servirá de apoio em outras áreas de estudo, preparando-o, de um modo geral, para a vida no futuro.
Fonte: Curso de Balé, Royal Academy of Dancing

- Postado por: fernanda às 13h17
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Termos de Ballet (continuação...)
F
FACE, DE - De frente, completamente de frente para o público.
FAILLI - Falho. Um movimento rápido feito em um só tempo. De um demi-plié na quinta posição, pula com os pés juntos e, no ar, vira-se deixando o ombro esquerdo para a frente. No ar, a perna de trás abre para trás e, ao cair, escorrega para a frente, enquanto a perna da frente fica em demi-plié.
FLIC-FLAC - A preparação desse passo é um tendu à la seconde sendo que a perna de apoio está em demi-plié. A perna do tendu cruza para trás da outra perna enquanto esta se levanta para girar, depois dá uma raspada no chão, e fecha em coupé.
FONDU, FONDUE - Descida. Um termo utilizado para descrever a baixa do nível do corpo através da dobradura dos joelhos da perna de base. Saint-Léon escreveu "Fondu é em uma perna enquanto plié é em duas". Em alguns instantes o termo fondu também é utilizado para descrever a finalização de um passo quando a perna que está trabalhando vai ao chão em um movimento suave.
FOUETTÉ - Do termo francês fouetté (chicote). Devido à grande diversidade dos vários passos, tanto da barra, de adágio e de allegro, denominados fouettés, é todo movimento seco (chicoteado) executado pela perna, ou pela perna e corpo, quando este faz um movimento, virando para o lado contrário da perna.
Fouette Fouette Italiano
FRAPPÉ - Batido ou bater.
- Postado por: fernanda às 13h16
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CONTOS DE BALLET -Parte III
Anorexia
Diana e suas colegas estavam ansiosas, pois profª Olga e madame Alice, diretoras da academia, estavam com as inscrições abertas para um curso de Ballet Clássico nas férias com nada menos do que Ludmila Sferodova, uma das mais conceituadas professoras de ballet do Brasil e porque não dizer do mundo. Diana já havia separado ate as roupas que usaria para cada dia de curso, collants, sapatilhas e ate as fitinhas para o coque, pois tudo tinha que estar perfeito.
Na manha seguinte, Diana estava pronta para começar o curso. Chegou na academia bem mais cedo do que o horário de sua aula e foi logo começando a se aquecer. Ludmila entrou na sala com o ar arrogante peculiar a alguns professores do ramo, apresentou-se (como se ninguém a conhecesse) e começou o aquecimento. Após o término do exercício, sentou-se e dividiu as bailarinas pelas três barras existentes na sala. Deixou bem claro que a divisão fora feita por nível de técnica. Na metade do exercício de "rond de jambe an'lair", parou a musica, deu um beliscão na coxa de Diana e fez questão de ressaltar "seu físico é deprimente, você não dança sapateado, e não esta em uma escola primaria, então se quiser terminar este curso emagreça, ou não entre mais em minha classe". Diana ficou chocada, afinal sabia que estava gordinha para uma bailarina, mas ainda assim estava em seu peso normal. Mas Ludmila deixou claro que isto valia para ela e outra série de bailarinas.
Ao chegar em casa, Diana trancou-se no quarto e chorou como nunca havia feito, pois sabia que o curso era de um mês, e fora seu presente de aniversario, já que saiu extremamente caro, se ela não pudesse acabar o curso, não saberia o que dizer para os pais. Diana sentiu vontade de largar o ballet, mas sabia que tinha de ser mais forte do que isso.
Diana resistiu, no outro dia estava lá. Ludmila perguntou:
- você comeu muito ontem, menininha? Garanto que comeu. Deve ter chegado em casa e comido como uma desesperada, pois é isso que você é, uma bailarina fraca e desesperada, pude ver isto no seu rosto.
Diana ficou sem reação. Ao se dirigir a barra, Ludmila pediu que ela não o fizesse, pois não tinha técnica, físico e nem mentalidade para ocupar a primeira barra. Diana acabou a aula, foi para casa, conectou-se a internet e entrou em um site que ensinava como perder peso rapidamente. Ela pegou suas economias e seguiu as instruções. Comprou remédios para dormir, entrou no quarto as 14:00hs, tomou os remédios, e dormiu ate a manha seguinte. Saiu sem tomar café, chegou a academia para mais um dia de aula. Na hora do almoço, comeu apenas alface e rucula, e as 14:00hs recomeçou o ciclo.
E assim foi durante toda a semana, os pais de Diana trabalham fora o dia todo, por isso não perceberam sua mudança. No final de sete dias de "tratamento", Diana havia perdido 6 quilos e também toda a sua mesada, mas ela conseguiu mais dinheiro com a mãe, e segui fazendo esta loucura. Ela começou a substituir as folhas do almoço, por uma pêra, e assim foi indo. Só melhorava aos fins de semana, quando seus pais controlavam um pouco mais sua alimentação.
Ludmila percebeu os avanços de Diana, trocou-a de barra e a elogiava todos os dias para a turma, como exemplo de força e vontade. Ao final do curso, Ludmila disse a Diana:
- você me surpreendeu menina, com sua força. Se continuares assim, sua técnica ira crescer, assim como já cresceu e com este físico, que ainda precisa melhorar mas logo deve chegar ao ideal, ninguém poderá segura-la.
Com o final do curso, Diana notou grandes diferenças. Seu peso inicial, 56 quilos. Seu peso final, 38 quilos. Na manha seguinte, ela resolveu sair para comprar algumas roupas, já que as velhas não cabiam mais. Diana desmaiou, e foi levada para o hospital. Seus pais foram chamados, e o que eles mais temiam foi constatado pelo medico: anorexia. Diana foi internada imediatamente com problemas renais e cardíacos. Depois de algumas semanas de tratamento, Diana voltou para casa, desta vez com 48 quilos e com uma dieta indicada pelo medico. Mas Diana ficou tão abalada que ao se olhar no espelho lembrava-se das palavras de Ludmila "este físico que ainda precisa melhorar" e então se sentia gorda. Tudo que ela comia, acabava vomitando minutos depois, mas seus pais não perceberam. Diana voltou a emagrecer e conseqüentemente, voltou ao hospital. Depois de muitos exames, físicos e psicológicos, o medico descobriu a bulimia de Diana, pediu aos pais que chamassem Dona Olga, e encaminhou Diana para um tratamento psicológico. Dona Olga tentou conversar com Diana:
- No final das contas, você ficou doente, desequilibrada emocionalmente, teve sérios problemas renais, por um capricho desnecessário. você nunca será como as alunas dela, e garanto que nem gostaria de ser, você sabe que não se sentiu feliz durante esses meses, e com tudo não vai poder se apresentar no final do ano.
- Mas porque?
- Por causa do tratamento, você não tem condições físicas para isso...
após uma longa conversa com Dona Olga, Diana aceitou visitar o psicólogo. Passou vários meses em tratamento, e ainda assim teve algumas recaídas, ela esta se recuperando aos poucos, mas aprendeu com tudo que passou, e com certeza não desejaria isso para ninguém.
(www.balletromania.hpg.ig.com.br)
- Postado por: fernanda às 13h16
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Termos de ballet (continuação...)
E
ECARTÉ - Separado. Uma posição do corpo, oblíqua para o público, na qual o braço e a perna estão estendidos no mesmo plano vertical e diagonal como o resto do corpo. As outras posições do corpo são en face, croisé, ouvert (ou effacé).
ÉCHAPPÉ - Movimento de escapar ou escorregar. Ambas as pernas movimentam-se para uma posição de abertura.
ÉCHAPPÉ SAUTÉ - Passo de salto, onde os dois pés pulam fechados em quinta e trocam de lugar no ar, acabando em demi-plié no chão. Dependendo do caso, échappés são feitos da segunda para a quarta posição, os dois pés em distâncias iguais do centro original de gravidade.
EFFACÉ - De frente, onde seu corpo está sempre "aberto", as pernas não se cruzam, a linha do corpo fica aberto para o público.
ELEVATlON - Elevação. A altura dos saltos do bailarino. Termo aplicado a todos os movimentos aéreos, isto é, feitos no ar, com pequenos ou grandes saltos.
EMBOITÉ - Encaixado - Os pés através de um salto, trocam de posição com o joelho levemente dobrado.
ENCHAINEMENT - Encadeamento. Qualquer combinação de vários passos numa aula é um enchainement.
EN FACE - De frente. Uma das direções do corpo, quando o bailarino está bem de frente para o público.
ENTRECHAT Termo provavelmente originado do italiano cabriola intrecciata, ou seja, cabriola cruzada. Um salto no ar de 5a posição em que o bailarino, no ar, cruza as pernas uma, duas ou três vezes. As pernas, com um salto, são cruzadas, muito rapidamente, uma por trás da outra.
ENVELOPPÉ - Uma rotação do corpo para dentro sobre a perna de apoio enquanto a outra a envolve.
ÉPAULEMENT - Um ligeiro movimento dos ombros, em croisé ou effacé, em relação à cabeça e às pernas, utilizadas principalmente no ballet clássico, particularmente nas escolas Italianas, Russas e Britânicas. Na velha França e nas escolas Dinamarquesas é raramente usado.
EXERCICES AU MILIEU - Exercícios no centro.
- Postado por: fernanda às 13h14
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QUEBRA-NOZES
 Ficha Geral Nome: Quebra-nozes. Estréia: teve sua primeira apresentação no dia 18 de dezembro de 1892. Coreografia: A coreografia original é creditada normalmente a Marius Petipa e seu assistente Leon Ivanov. Bailarinos de estréia: Depois de mais de 50 anos de história, um dos mais marcantes "Quebra-nozes" foi realizado em 1954 no New York City Ballet, com coreografia de George Balanchine. Este Ballet foi apresentado por Rudolf Nureyev, Royal Swedish Ballet (1967) e England's Royal ballet (1968) e Mikhail Baryshnikov, American Ballet Theatre (1976). Com tantas produções deste ballet, ele se tornou um dos mais lembrados no repertório clássico de natal, no teatro, no ballet e no gelo. História A história se passa na Europa Oriental, durante o século XIX. Um médico e prefeito da cidade, Jans Stahlbaum se maravilha ao realizar um Natal para sua família e amigos. Seus dois filhos, Clara e Fritz, esperam ansiosos por seus convidados. A neve traz uma atmosfera festiva enquanto os convidados chegam. Atrasado, como sempre, chega Herr Drosselmeyer, padrinho de Clara, que chega com grande festa. Ele entrete todos os espectadores com seus bonecos dançantes. Todas as crianças recebem presentes. Com um pouco de inveja, Clara pergunta a Drosselmeyer por seu presente. Ele brinca com ela e depois a oferece um presente bem diferente, um quebra-nozes. Encantada, Clara logo se fascina pelo brinquedo. Seu irmão rouba seu presente e o quebra, deixando Clara desapontada. Drosselmeyer conserta o pobre quebra-nozes, mas Clara ainda está desapontada. Mas o padrinho promete que tudo ficará bem. A noite chega e os convidados começam a deixar a casa. Clara vai para a cama, mas ela acorda de repente no meio da noite e vê que seu querido Quebra-Nozes tomar vida. Óh não! Surgem ratos malvados de todos os lados! Eles estão sendo comandados pelo Rei dos Ratos, que corajosamente é derrotado pelo quebra-nozes. De lá eles são transportados para uma terra de magia, numa embarcação especial. Lá o Quebra-Nozes se transforma num encantador Príncipe. Eles atravessam uma terra encantada onde encontram os dançantes flocos de neve. Avisada pelos anjinhos, a Fada Açucarada fica sabendo que o príncipe e sua acompanhante chegam, e assim convoca todo o povo de seu Reino dos Doces. Ao chegar, o príncipe conta suas aventuras como quebra-nozes, e em seguida os dois são deliciados com as mais gostosas guloseimas, com todos os personagens do reino dos doces dançando para eles. Ao final, Clara acorda e percebe que tudo foi um sonho. E que sonho maravilhoso!!!!
- Postado por: fernanda às 13h14
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Técnica & Emoção
A formação de todo bailarino consiste em muitos anos de estudo, aulas diárias, muita dedicação e amor a dança. Seja no ballet clássico, no moderno ou qualquer outra forma de dança, o que se almeja por bailarino e professor é, sem dúvida, o progresso dia a dia, o domínio da técnica. Afinal, quem não quer subir ao palco depois de tanto treino e ensaios horas a fio, seguro de que está dançando no pleno domínio de sua técnica.
Muitas vezes, um grande anseio do bailarino em exibir o resultado de todo o seu esforço talvez o faça esquecer do complemento que deveria andar sempre de mãos dadas com a técnica a emoção. Quantas vezes já devemos ter assistido a espetáculos de dança, seja de que estilo for, independente da nacionalidade dos bailarinos ou da companhia, onde se apreciou um belo espetáculo de técnica, sincronia e originalidade, mas que tivemos a impressão de que faltou um brilho a mais em alguns bailarinos, um brilho que vem de dentro e os ilumina quando dançam - pura emoção.
Martha Graham fala em sua autobiografia Memórias do Sangue, que o corpo do bailarino diz o que as palavras não podem dizer. Também Isadora Duncan, em Minha Vida, sua autobiografia, relata que a dança para ela era uma expressão religiosa. Dizia aos seus discípulos que todo movimento possui uma força espiritual capaz de manter o público em suspenso.
Talvez um excesso de preocupação com a técnica acabe até inconscientemente levando o bailarino a esquecer a emoção, parecendo assim mecânico ou frio em cena.
Quando descobrimos e desbloqueamos nosso chakra emocional, o plexo solar, técnica e emoção dançam juntas, pois esse centro de força e vibração nos eleva quando dançamos. Seremos tão notados quanto e a experiência de quem assiste e de quem dança é única.
Fonte: Centro Artístico de Dança
- Postado por: fernanda às 13h14
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CONTOS DE BALLET -Parte II
Lidando com a inveja
Certa vez, Diana estava trabalhando feito louca (aliás como toda a bailarina), pois dona Olga iria fazer uma espécie de audição para os papéis principais do próximo Ballet. Era Paquita e cada bailarina deveria tentar fazer o solo principal. Diana estava com algumas dificuldades, mas estava trabalhando, sendo até imprudente de vez em quando. Já não agüentava mais as dores, mas a audição seria no mês seguinte. Nossa bailarina ensaiou, ensaiou, ensaiou, e enfim se sentia quase pronta para o desafio. No dia da audição, Diana se encontrou com Amelie, uma bailarina um pouco mais velha e teoricamente mais experiente. A audição correu e Diana foi muito bem, tão bem que ficou com o papel. Amelie ficou transtornada, conseguiu um bom papel no pas de trois, mas mesmo assim não se conformou. No auge de sua ira, Amelie foi ter com Diana:
- Quem você pensa que é menininha? Eu sei que sua mãe deve ter pago pelo papel, afinal você não consegue fazer nem um plié direito, como vai fazer os fouettés? Você não tem cacife para isso, dona Olga deve estar louca ou estar sendo muito bem paga!
Diana sentiu vontade de bater em Amelie, mas viu dona Olga se aproximando e desistiu da idéia. Diana estava realmente insegura, afinal, era o papel mais difícil de toda a sua curta carreira. Devido a essa insegurança, Diana foi falar com dona Olga e explicou-lhe toda a situação. Dona Olga como sempre, tinha um bom conselho:
- Diana, uma bailarina tem de ser forte, mas não só por causa dos releves e pirouettes, mas porque toda a bailarina causa inveja em suas rivais. não que eu esteja defendendo Amelie, mas isso poderá ocorrer, sempre! Mas lembre-se de que você conseguiu o papel porque trabalhou duro e tem as características da personagem. Você acha que Paquita baixaria a cabeça por causa de um incidente desses?
Diana pensou e viu que dona Olga estava certa, pelo menos em parte. Levantou a cabeça e ensaiou como uma condenada, todos os dias ensaiava, a cada minuto pensava no papel. E assim transcorreram os meses de ensaio. Amelie não deixou de importunar nossa bailarina, que jamais respondeu as provocações, pois tinha a classe e a força de Paquita.
No dia da apresentação, os fouettes saíram e o espetáculo foi lindo. Apos os agradecimentos, Diana pegou uma rosa das que ganhou e levou até Amelie.
- Obrigada pela força! - disse Diana sarcástica.
Amelie curtiu o seu recalque, e Diana aprendeu a tirar força não se sabe de onde, mas aprendeu também a enfrentar tudo com garra!
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- Postado por: fernanda às 13h12
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Termos de Ballet (Continuação...)
C
CABRIOLE - Um passo saltitante onde o dançarino bate as duas pernas juntas no ar. A perna de sustentação vai de encontro com a de movimento.

CAMBRÉ - Arqueado. Dobrar o corpo a partir da cintura, para a frente, pra trás ou pra os lados, a cabeça acompanha o movimento.
CENTRE PRACTICE - Exercícios feitos no centro.
CHAINÉS - Uma série de voltas rápidas na ponta ou demi-pointe feitos em linha reta dentro de um círculo.
CHANGEMENTS DE PIEDS - Troca de pés. Passos saltitantes na quinta posição onde os pés são trocados no ar.

CHANGER DE PIED - Indica que os pés no fim de um passo devem ser trocados.
CHASSÉ - Um passo no qual um pé lateralmente caça o outro para fora da sua posição.

CHAT, PAS DE - Passo de gato. Passo em que o bailarino, começando de 5a posição, levanta a perna de trás num retiré, estando em demi-plié na perna de sustentação, pula lateralmente sobre a perna levantada, ao mesmo tempo em que levanta a outra em retiré e fecha 5a no demi-plié. O pas de chat italiano é feito com as duas pernas dobradas no ar ao mesmo tempo. Petit Pas de Chat Grand Pas de Chat

CHEVAL, PAS DE - Passo de cavalo. Consiste em "raspar" a ponta do pé esticado no chão, pulando graciosamente quando mudar de perna.
CISEAUX - Um movimento em forma de tesoura abrindo-se as pernas numa posição ampla e en l'air cortando com ambas o ar, cruzando com um movimento brusco uma das pernas levando-a esticada da frente para trás.

CLOCHE - O pé passa da frente para trás através da primeira posição, seja num jeté ou tendue, por exemplo.
COLLÉ - Pernas coladas uma na outra.
CONTRETEMPS - Contratempo. Passo composto de um coupé chassé, temps levé, chassé passé. 5a posição, direita em frente; coupé com a perna esquerda, chassé en avant com a direita, um temps levé sobre a perna direita, com a esquerda atrás em arabesque, e um chassé passé com a esquerda terminando em 4a allongée, com o peso sobre a perna esquerda em demi-plié e a direita atrás em degagé a terre.
COREÓGRAFO - Do grego Khoros (dança) e grapho (escrita), designa a pessoa que cria um ballet; os passos e danças que, em seqüência, formam um ballet. No princípio do século XVIII, este termo significava "anotador de dança"; como em geral era este quem também criava os passos do ballet, a palavra passou a cobrir ambas as atividades. Quando desapareceu a arte de escrever os ballets, o termo coreógrafo passou a significar apenas "criador de ballet".
COREOGRAFIA - Termo usado no século XVlll para designar a arte de "anotação de danças" e que agora significa "seqüência de passos e movimentos que compõem um ballet".
COTÉ, DE - De cabeça. Exemplo: balancé de coté.
COU-DE-PIED - Peito do pé. A parte do pé entre o tornozelo e a base da panturrilha é chamada de cou-de-pied.

COUPÉ - Um passo intermediário feito como preparação ou impulso para algum outro passo. Um pé corta o outro afastando-o e tomando seu lugar.
CROISÉ - Cruzado. Uma das direções dos ombros. O cruzamento das pernas com o corpo colocado em ângulo oblíquo em relação ao público. Croisé Devant Croisé Derriere
CROIX, EN - Em cruz. Fazer qualquer exercício en croix significa executá-lo em frente, ao lado, atrás e de novo ao lado.

- Postado por: fernanda às 13h12
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Termos de Ballet (continuação...)
D
DANSEUR NOBLE -Bailarino nobre. Nome em geral usado para designar a primeira figura masculina de um ballet, o herói romântico, como o tenor numa ópera.
DANSEUR, DANSEUSE - Bailarino, bailarina.
DANSE DE CARACTERE - Dança folclórica ou a caráter.
DEBOULÉS - Rolar. Pequenos tours, em geral feitos em séries, em que o bailarino executa pequenas voltas, transferindo o peso do corpo de uma perna para outra. O mesmo que CHAINÉS.
DEDANS, EN - Para dentro. Indica que: (a) o movimento da perna é feito numa direção circular de trás para frente; (b) uma pirueta é executada girando para o lado da perna de sustentação.
DEGAGÈ- Afastado. Posição em que o bailarino se encontra sobre uma perna, com a outra afastada, ponta esticada, em frente, ao lado ou atrás. 0 degagé pode ser à terre, com a ponta tocando o chão, ou en I'air, com a perna levantada a meia ou grande altura.
DEHORS, EN - Para fora. Indica que: (a) o movimento da perna é feito em direção circular da frente para trás; (b) uma pirueta é executada girando-se para o lado da perna que levanta do chão.
DEMI - Meio, metade. Qualquer posição ou passo efetuado de maneira pequena ou pela metade.
DEMI POINTE -Meia ponta, ou seja, sobre a sola dos dedos dos pés.
DERRIÈRE - Atrás. Qualquer passo, exercício ou posição executados atrás, isto é, com a perna fazendo o movimento atrás da outra ou então fechando atrás.
DESSOUS - Embaixo. Qualquer passo executado com a perna de ação passando atrás da outra.
DESSUS -Em cima. Qualquer passo que quando executado, a perna que comanda a ação passa na frente da outra.
DEUX, PAS DE - Passo de dois (ou passo a dois). Uma dança para duas pessoas. Grand pas de deux, nome dado nos ballets clássicos para os pas de deux feitos pela primeira bailarina e pelo primeiro bailarino, destinado a mostrar sua virtuosidade, e em geral consistindo de entrada, adágio, variação para a bailarina, variação para o bailarino, concluindo com uma Coda.
DEVANT - Em frente. Termo relacionado a qualquer passo ou exercício que é executado em frente, isto é, com a perna fazendo o movimento em frente da outra, ou então fechando na frente.
DÉTIRÉ - Destender. Uma esticada da perna sustentando-a pelo calcanhar com a mesma mão correspondente à perna em movimento. Este exercício é feito geralmente na barra.
DÉTOURNÉ - Desvirado de lado. Um détourné é uma volta para trás na direção do pé de trás invertendo a posição dos pés. É sempre feito nas pointes ou demi-pointes. Há duas formas de détourné: demi-détourné e détourné completo, girando uma meia volta no pé da frente em direção ao de trás, e conservando o pé de trás ligeiramente levantado ainda atrás. Coloca o pé de trás na demi-pointe com fondu e acaba a volta com um demi-détourné.
DÉVELOPPÉ - Desenvolvido. Um développé é o movimento feito a partir de um retiré onde a perna é levantada para a frente, ou lado, ou trás, mantendo-a na posição.
  
DIAGONALE, EN - Em diagonal. Indica que um passo deve ser feito deslocando o corpo em diagonal.
DIVERTISSEMENT - 1. Uma seção de danças no ballet que não tem nehuma conexão com o enredo, por exemplo, a dança das fadas, em "A Bela Adormecida", 3º Ato, ou "Camponês", pas de deux em "Giselle" 1º Ato. 2. Uma curta dança ou trecho de um longo ballet como uma parte separada em determinado programa.
- Postado por: fernanda às 13h10
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Termos de Ballet (Continuação...)
B
BALANCÉ- ou Pas de Valse - Balanceado. É um passo balanceado em ritmo de valsa. O bailarino dá um passo ao lado com uma perna, trazendo a outra para trás desta, com o joelho meio dobrado e a meia ponta no chão; em seguida, transfere o peso do corpo para a perna de trás e logo em seguida para a da frente, sem mudar a posição de ambas. Pode ser feito também cruzando-se a perna em frente ou dando-se o passo para frente ou para trás, em vez de ao lado.
BALANÇOIRE, EN - Como uma gangorra. Termo aplicado a um grande battement quando executado com um movimento contínuo de balanceio da quarta posição na frente ou atrás, passando por aquelas posições na primeira. O movimento é o mesmo que en cloche.
BALLET - Ballet. Derivado do italiano ballare (bailar). É um conjunto de passos de dança executados em solo ou em grupo. Ballet reúne, na sua maioria, várias artes, tais como música, pintura (cenários e figurinos), arte dramática (mímica e interpretação), com a dança na sua forma clássìca ou moderna.
BASQUE, PAS DE- Passo de basco. Passo cujo nome indica sua origem. Foi introduzido no ballet clássico por Maria Camargo (1 710-1770). Pode ser glissé (deslizado) ou sauté (saltado), en avant (para frente), ou en arrière (para trás). Pas de basque Saut de basque
BALLON - Bola. Pulo elástico. Uma qualidade leve e elástica dos movimentos do bailarino como os suaves pulos de uma bola de borracha.
BALLONÉ - Pulando como uma bola. O bailarino pula executando simultaneamente um battement depois cai em demi-plié na perna de sustentação.
BALLOTTÉ - Jogado, atirado. Um alegre passo atirado que requer muito equilíbrio, ballon e épaulement. Também é chamado de Jeté bateau.
BAS, EN - Em baixo. Usado para indicar uma posição baixa dos braços. Exemplo: quinta posição em baixo.
BATTEMENT - Batida, pancada. Termo genérico designando certos exercícios e movimentos da perna e do pé, executados sob a forma de batidas. Basicamente, em ballet, o termo battement significa a extensão total ou parcial da perna e do pé e seu retorno à posição inicial.
Battement Tendu Battement Tendu com Demi Plie Battement Tendu Jeté Battement Jeté Piqué
BATTEMENT SUR LE COU-DE-PIED, PETIT - Uma pequena batida no calcanhar. Este é um exercício na barra onde o pé que trabalha fica em sur le cou-de-pied e a perna se movimenta pra dentro e pra fora, pra dentro e pra fora, mudando o pé de sur le cou-de-pied devant para sur le cou-de-pied derrière e vice-versa, sem mexer a coxa. Petits battements são feitos com o pé de base à terre, sur la demi-pointe ou sur la pointe.
BATTU Batido, golpeado. Este termo, ainda que relacionado a qualquer passo, mantém-se inalterado, significando apenas que o bailarino bate as pernas durante a sua execução. Por exemplo, um assemblé battue é um assemblé comum, porém com uma batida das pernas no ar.
BOURRÉE, PAS DE Bourrée é o nome de uma dança folclórica das províncias de Auvergne e Berri. Sua conexão com os pas de bourrée do ballet clássico é obscura, tendo sido introduzido com certa estilização, por alguns coreógrafos contemporâneos. É um passo de locomoção em geral com três movimentos das pernas, feitos em qualquer direção.
 

 Existem vários pas de bourrée diferentes, a saber: Pas de bourrée devant derrière devant com o pé de trás derriére com o pé da frente dessous dessous com o pé da frente dessus dessus com o pé de trás piqué en avant en arrière a 4 et 5 pas en première couru renversé en tournant ouvert ou couru (RAD)
BOURRÉE COURU, PAS DE - Pas de bourée corrido. Um termo da Escola Francesa. É uma progressão, na ponta ou meia ponta, através de séries de pequenos passos executados com os pés perto um do outro. Pode ser feito em todas as direções ou em círculo.
BRISÉ - Partido. É feito dessus, dessous, en avant e en arrière. Fundamentalmente, um brisé é assemblé batido em movimento. A perna em movimento arrasta-se da quinta posição para a segunda en l'air de forma que a ponta do pé fique a alguns centímetros do chão, bate na frente ou atrás da outra perna que se deslocou ao encontro dela, em seguida ambos os pés voltam ao chão simultaneamente em demi-plié na quinta posição.
BRISÉ VOLÉ - Uma série de brises para frente e para trás alternadamente, aterrisando em um pé, dando a impressão que o dançarino está esquiando sobre a superfície do palco.
- Postado por: fernanda às 13h08
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TERMOS DE BALLET
A
ADÁGIO - Derivado do italiano lentamente.
a) Qualquer dança ou combinação de passos feitos para a música lenta; b) Série de exercícios efetuados durante a aula com o fito de desenvolver a graça, o equilíbrio e o senso de harmonia e beleza das linhas; c) Parte dos pas de deux clássicos dançados pela bailarina e seu partner. Chamado pelos franceses de Adage.
AIR, EN L' - No ar. Indica: 1) que um movimento vai ser feito no ar, por exemplo, rond de jambe en l'air; 2) que a perna em movimento (após ter sido aberta na segunda ou na quarta posição) será levantada a uma posição de 45ª, 90ª ou 120ª.
ALLEGRO - Palavra italiana derivada do latim Alecer (vivaz). a) Qualquer dança ou combinação de passos feito para uma música de tempo rápido ou moderado; b) Parte da aula que segue o Adágio; c) Todos os passos rápidos, como saltos, bateria etc., em ballet, são parte do Allegro.
ALLONGÉ - Alongado, estendido, esticado. Exemplo: arabesque allongé.
APLOMB - Aprumo. Dá-se o nome de Aplomb à elegância e ao controle perfeito do corpo e dos pés, conseguido pelo bailarino ao executar o movimento.
ARABESQUE - Arabesco. Palavra originária do árabe significando ornamento. Posição na qual o peso do corpo é sustentado numa só perna, enquanto a outra se encontra esticada para trás, geralmente no ar e com os braços dispostos de maneira harmoniosa. Esta posição apresenta variações tais como: 1.. o pé que sustenta o corpo pode estar totalmente apoiado no chão, na meia ponta, ou na ponta; 2.. a perna que sustenta a pose pode estar ou não flexionada; 3.. a posição do corpo pode estar alongada (allongée), ou inclinada (penchée); 4.. também os braços sofrem alterações, sendo eles que determinam as qualificações dos arabesques.
 
ARRIÉRE, EN - Para trás. Uma direção para a execução de um passo. Expressão usada para indicar que o passo é executado em direção oposta ao público.
ARRONDI - Arredondado, curvo. Exemplo: battement arrondi.
ASSEMBLÉ - Juntos ou reunidos. Um passo no qual um pé escorrega pelo chão como num tendue, é jogado ao ar, e nesse momento, o bailarino levanta a perna de apoio, esticando os dedos dos pés. Ambas as pernas vão ao chão, uma após a outra, em 5ª posição.
ATTITUDE - Uma determinada pose do ballet tirada por Carlo Blasis da estátua de Mercúrio por Jean Bologne. É uma posição numa perna só com a outra levantada para trás com o joelho dobrado num ângulo de noventa graus e bem virada para fora para que o joelho fique mais alto do que o pé. O pé de apoio pode ser à terre, sur la pointe ou demi-pointe. O braço do lado da perna levantada é mantido por cima da cabeça numa posição curva enquanto que o outro é estendido para o lado. O attitude também pode ser com a perna levantada para a frente.
AVANT, EN - Para a frente. Uma direção para a execução de um passo. Usado para indicar que um determinado passo é executado para a frente. exemplo: assemblé en avant.
- Postado por: fernanda às 13h07
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Estes são alguns links com vídeos de ballet.
.::PRIX DE LAUSANNE::.
.::BBC YOUNG DANCERS::.
.::UCSB::.
.::ELITE DANCE VIDEOS SEARCH::.
- Postado por: fernanda às 13h06
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CONTOS DE BALLET
Esquecendo a roupa em casa
Depois de ter "perdido" o Pas de Deux de Bodas de Aurora , Diana ganhou a chance de interpretar o solo de Kitri em um concurso fora do estado . Desta vez Diana se superou , ensaiou bastante , pesquisou sobre a personagem , ajudou na escolha do figurino , enfim trabalhou para que tudo saísse perfeito. Era domingo , já havia escurecido e Diana preparava a mala ; casaco para o frio , regata para o calor , segurança , linha , agulha, ponteiras para a sapatilha de ponta , tudo foi escolhido com todo o cuidado afinal , depois que saísse de casa ela não poderia pegar nada que tivesse esquecido . Diana sairia segunda de manha , chegava no festival de noite , descasaria na terça e dançaria na quarta . Já era segunda , Diana se despediu de todos , juntou-se a madame Olga e entrou no ônibus . A viagem foi longa e cansativa, Diana só queria dormir , e foi o que fez . Passava das nove da manhã de terça-feira quando Diana desfazia as malas e percebeu que faltava algo muito importante : o figurino. Diana entrou em pânico , como poderia faria Kitri sem uma roupa adequada? Mas ela pensou e então percebeu que o desespero só atrapalharia , mas o que faria ? Deixamos que ela mesmo explique. "Oh meu Deus , o que eu vou fazer ... pensa Diana , pensa ... Ah! Claro! O centro da cidade , se eu tiver que resolver isso de algum jeito será no centro da cidade !" Diana percebeu que madame Olga estava dormindo , pegou o dinheiro que sua mãe tinha dado para que ela renovasse o guarda-roupa de ballet e saiu para o centro. Visitou tudo que foi loja e quando estava quase desistindo viu uma loja de trajes típicos e resolveu entrar , então explicou ao vendedor : - Meu nome é Diana , eu sou bailarina e não moro neste estado , eu sei que parece ridículo , mas eu esqueci minha fantasia em casa , e eu vou dançar Kitri e preciso de um vestido !!! Percebendo a cara do vendedor emendou. - Ah! É óbvio que você não sabe o que é Kitri , mas eu explico . Kitri é uma espanhola do Ballet Dom Quixote ... mas isso não vem ao caso , você pode me ajudar? - Agora sim menina , não posso fazer muito por você , a coisa mais parecida que eu tenho é esse vestido vermelho de dança flamenca. Diana olhou , olhou , aquilo não era nada parecido com Kitri , mas era vermelho , tinha babados e era o melhor que ela poderia arranjar. - Eu fico com este ! Pagou o vendedor e percebeu que já era hora de almoçar , e enquanto procurava um restaurante achou uma loja de revistas , resolveu procurar algo para se distrair . Enquanto procurava achou uma revista que dizia "Carnaval - Truques para reformar fantasias" , para sua surpresa tinha uma reforma para transformar sua fantasia em uma fantasia de Espanhola , Diana comprou e se mandou para o hotel. No hotel , Diana se trancou no quarto , pegou seu kite desespero (agulha , linha , cola quente , segurança ...) e trabalhou a tarde inteira . No final de seu trabalho ela conseguiu uma Kitri , digamos diferente , mas bem original. Diana ouviu alguém bater a porta , era madame Olga. - Onde você estava menina? - É uma longa história . Diana contou tudo a Olga e quando achou que fosse receber uma bronca , conseguiu arrancar uma gargalhada de sua professora que lhe disse : - Depois de tudo isso você merece uma boa noite sono! Ah! Parabéns pelo vestido , pois ficou muito bonito ! Diana acordou no outro dia , dançou, seu vestido fez o maior sucesso , infelizmente ela não pegou o 1º lugar , e sim o 3º , o que é uma grande conquista , mas ela saiu de lá com a certeza de que não perdeu o 1º lugar por falta figurino!!!
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- Postado por: fernanda às 13h06
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HISTÓRIA DO BALLET
O ballet clássico é o desenvolvimento e a transformação da dança primitiva, que baseava-se no instinto, para uma dança formada de passos diferentes, de ligações, de gestos de figuras previamente elaborados para um ou mais participantes. A história do ballet começou há 500 anos atrás na Itália. Nessa época os nobres italianos divertiam seus ilustres visitantes com espetáculos de poesia, música, mímica e dança. Esses divertimentos apresentados pelos cortesãos eram famosos por seus ricos trajes e cenários muitas vezes desenhados por artista célebre como Leonardo da Vinci. O primeiro ballet registrado aconteceu em 1489, comemorando o casamento do Duque de Milão com Isabel de Árgon. Os ballets da corte possuíam graciosos movimentos de cabeça, braços e tronco e pequenos e delicados movimentos de pernas e pés, estes dificultados pelo vestuário feito com material e ornamentos pesados. Era importante que os membros da corte dançassem bem e, por isso, surgiram os professores de dança que viajavam por vários lugares ensinando danças para todas as ocasiões como: casamento, vitórias em guerra, alianças políticas, etc. Quando a italiana Catarina de Medicis casou com o rei Henrique II e se tornou rainha da França, introduziu esse tipo de espetáculo na corte francesa, com grande sucesso. O mais belo e famoso espetáculo oferecido na corte desses reis foi o "Ballet Cômico da Rainha", em 1581, para celebrar o casamento da irmã de Catarina. Esse ballet durava de 5 a 6 horas e fez com que rainha fosse invejada por todas as outras casas reais européias, além de ter uma grande influência na formação de outros conjuntos de dança em todo o mundo. O ballet tornou-se uma regularidade na corte francesa que cada vez mais o aprimorava em ocasiões especiais, combinando dança com música, canções e poesia e atinge ao auge de sua popularidade quase 100 anos mais tarde através do rei Luiz XIV. Luiz XIV, rei com 5 anos de idade, amava a dança tronou-se um grande bailarino e com 12 anos dançou, pela primeira vez, no ballet da corte. A partir daí tomou parte em vários outros ballets aparecendo como um deus ou alguma outra figura poderosa. Seu título " REI DO SOL", vem do triunfante espetáculo que durou mais de 12 horas. Este rei fundou em 1661, a Academia Real de Ballet e a Academia real de Música e 8 anos mais tarde, a escola Nacional de Ballet. O professor Pirre Beauchamp, foi quem criou as cinco posições dos pés, que se tornaram a base de todo aprendizado acadêmico do Ballet clássico. A dança se tornou mais que um passatempo da corte, se tornou uma profissão e os espetáculos de ballet foram transferidos dos salões para teatros. Em princípios, todos os bailarinos eram homens, que também faziam os papéis femininos, mas no fim do século XVII, a Escola de Dança passou a formar bailarinas mulheres, que ganharam logo importância, apesar de terem seus movimentos ainda limitados pelos complicados figuri>no. Uma das mais famosas bailarinas foi Marie Camargo, que causou sensação por encurtar sua saia, calçar sapatos leves e assim poder saltar e mostrar os passos executados. Com o desenvolvimento da técnica da dança e dos espetáculos profissionais, houve necessidade do ballet encontrar, por ele próprio, uma forma expressiva, verdadeira, ou seja, dar um significado aos movimentos da dança. Assim no final do século XVIII, um movimento liderado por Jean-Georges Noverre, inaugurou o "Ballet de Ação", isto é, a dança passou a ter uma narrativa, que apresentativa um enredo e personagens reais, modificando totalmente a forma do Ballet de até então. O Romantismo do século XIX transformou todas as artes, inclusive o ballet, que inaugurou um novo estilo romântico onde aparecem figuras exóticas e etéreas se contrapondo aos heróis e heroínas, personagens reais apresentados nos ballets anteriores. Esse movimento é inaugurado pela bailarina Marie Taglioni, portadora do tipo físico ideal ao romantismo, para quem foi criado o ballet "A Sílfide", que mostra uma grande preocupação com imagens sobrenaturais, sombras, espíritos, bruxas, fadas e mitos misteriosos: tomando o aspecto de um sonho, encantava a todos, principalmente pela representação da bailarina que se movia no palco com inacreditável agilidade na ponta dos pés, dando a ilusão de que saía do chão. Foi "A Sífilde" o romantismo o primeiro grande ballet romântico que iniciou o trabalho nos sapatos de ponta. Outro ballet romântico, "Giselle", que consagrou a bailarina Carlota Grisi, foi a mais pura expressão de período romântico, além de representar o maior de todos os teste para a bailarina até os dias de hoje. O período Romântico na Dança, após algum tempo, empobreceu-se na Europa, ocasionando o declínio do ballet. Isso porém, não aconteceu na Rússia, graças ao entusiástico patrocínio do Czar. As companhias do ballet Imperial em Moscou e São Petersburgo (hoje Leningrado), foram reconhecidas por suas soberbas produções e muitos bailarinos e coreógrafos franceses foram trabalhar com eles. O francês, Marius Petipa, fez uma viagem à Rússia em 1847, pretendendo um passeio rápido, mas também tornou-se coreógrafo chefe e ficou lá para sempre. Sob sua influência, o centro mundial da dança transferiu-se de Paris para São Petersburgo. Durante sua estada na Rússia, Petipa coreografou célebres ballets, todos muito longos (alguns tinha 5 ou 6 atos) reveladores dos maiores talentos de uma companhia. Cada ballet continha danças importantes para o Corpo de Baile, variações brilhantes para os bailarinos principais e um grande pas-de-deux para primeira bailarina e seu partner. Petipa sempre trabalhou os compositores e foi Tchaicowsky que ele criou três dos mais Importantes ballets do mundo: a "Bela Adormecida", o "Quebra-Nozes" e o "Lago dos Cisnes". O sucesso de Petipa não foi eterno. No final do século ele foi considerado ultrapassado e mais uma vez o ballet entrou em decadência. Chegara o momento para outra linha revolucionária, desta vez por conta do russo Serge Diaghilev, editor de uma revista de artes que, junto com amigos artistas estava cheio de idéias novas pronta para colocar em prática. São Petersburgos porém não estava pronta para mudanças e ele se decidiu por Paris, onde começou por organizar uma exposição de pintores russos, que foi um grande sucesso. Depois promoveu os músicos russos, a ópera russa e finalmente em 1909 o ballet russo. Diaghilev trouxe para a audiência francesa os melhores bailarinos das Companhias Imperiais, como Ana Pavlova, Tamara Karsaviana e Vaslav Nijinsky e três grandes ballets sob direção de um jovem brilhante coreógrafo Mikhail Fokine, a quem a crítica francesa fez os melhores comentários. Os russos foram convidados a voltar ao seu país em 1911 e Diaghielev formou sua própria Companhia, o "Ballet Russo", começando uma nova era no ballet. Nos dezoito anos seguintes, até a morte de Diaghilev, em 1929, o Ballet Russo encantou platéias na Europa e América, devendo a sua popularidade à capacidade do seu criador em descobrir talentos novos, fragmento-se depois por todo o mundo. No momento atual as peças de ballet são cheias de variedades e contrates. Trabalhos antigos como "Giselle" e o mundo inteiro ao lado de outros, como os baseados em romances de Shakespeare e ainda criações recentes assinadas por coreógrafos contemporâneos e dançadas também por bailarinos do nosso tempo. Qual será próximo passo? Na sua longa história, o ballet tomou muitas direções diferentes e, por ser uma arte muita viva, ainda continua em mudando. Mas, apesar das novas danças e das tendências, futuras existe e existirá sempre um palco e uma grande audiência para os trabalhos tradicionais e imortais.
- Postado por: fernanda às 13h05
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Posições e Passos
Demi-plié (pronuncia-se "demipliê") Pode ser feito em todas as posições de pés. Os joelhos são flexionados até o máximo que a pessoa conseguir, desde que acompanhe a linha dos pés, sem tirar os calcanhares do chão. Serve para dar impulso aos saltos e a outros passos.
Tendu (pronuncia-se "tandi") Uma das pernas fica esticada à frente, ao lado ou atrás do corpo. As duas permanecem viradas para fora, e os ossos dos quadris ficam sempre em linha com os ombros
Arabesque Uma perna esticada atrás do corpo. A outra perna, pode estar esticada ou não. Os ombros e os quadris devem estar virados para frente.
  
Passé (pronuncia-se "passê") O pé passa pela perna que está como apoio até chegar à altura do joelho. Forma a posição de um número "quatro" no ar. As duas pernas permanecem viradas para fora.
Attitude (pronuncia-se "atitide") Uma das pernas fica no ar, ligeiramente dobrada, e a outra fica como apoio. As pernas devem ficar viradas para fora (a coxa da perna que está no ar fica levantada, com o joelho apontando para o lado).
  
Pirueta Pode ser feita em várias posições, como no "passé", "arabesque" e "attitude". A perna de apoio deve estar firme para que o giro saia no lugar. Os braços e a cabeça ajudam a dar o impulso.
Sissone É um Salto em que as duas pernas ficam abertas no ar, enquanto o corpo se desloca na direção desejada. O impulso sai do "demi-plié", e as duas pernas saem do chão ao mesmo tempo. Pode ser feito para frente ("en avant"), para trás ("en arrière") ou para o lado ("à la second").
AS PRINCIPAIS POSIÇÕES DOS PÉS
Em todas as posições, os pés ficam para fora (posição "en dehors"), o que depende de as coxas e os joelhos estarem virados. Esta abertura parte do quadril.
Primeira Posição Com os calcanhares juntos, os pés ficam abertos um para cada lado, em linha reta. Os joelhos seguem a linha dos dedos dos pés. Segunda Posição Partindo da primeira posição os pés ficam afastados entre si por uma distância aproximada de um pé. Terceira Posição Com os pés virados para fora, o bailarino coloca um pé na frente do outro, unindo-os. O calcanhar do pé da frente fica na metade do pé de trás. Quarta Posição Com os pés cruzados e afastados, um pé fica na frente do outro. Imagina-se que há um pé em posição natural entre eles. Quinta Posição Como na terceira posição, os pés ficam unidos uma na frente do outro. O calcanhar de um pé toca os dedos do outro pé.
AS PRINCIPAIS POSIÇÕES DOS BRAÇOS
Existem outras posições de braços, que partem das posições descritas aqui. Seus nomes variam de acordo com os métodos usados hoje são de origem inglesa, russa e cubana.
Primeira Posição "Braços abaixados". Como se estivesse segurando uma melancia, as mãos ficam próximas uma da outra e quase tocam as pernas Posição Preparatória Os braços e as mãos ficam na altura do estômago, arredondados, como se segurasse uma grande melancia. Os cotovelos ficam virados para fora. Segunda Posição Os braços ficam ao lado do corpo, levemente arredondados. As mãos acompanham a linha dos braços. Quinta Posição Os braços ficam arredondados, ligeiramente à frente da cabeça.

- Postado por: fernanda às 13h05
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ETAPAS DA AULA DE BALLET CLÁSSICO
Na aula de ballet, você aprende a postura (posição) correta do corpo. Para o bailarino, ela é tão importante quanto o papel e a caneta para o estudante. Os passos de ballet são aprendidos pouco a pouco e melhoram rápido quando maior for a quantidade de aulas. Antes de começar a aula, os alunos fazem aquecimento no chão ou na barra. O aquecimento prepara o corpo para movimentos de força e alongamento, sem que ocorram lesões.
* Barra É na barra (segurando-a com uma das duas mãos) que o bailarino aprende os primeiros exercícios e passos. É como treinar a caligrafia em um caderno especial. Os exercícios de barra seguem um ritmo certo: primeiro são feitos os movimentos mais lentos, para aquecer os músculos e as articulações, depois os mais rápidos, para dar força e agilidade ao corpo.
* Centro O Centro (o meio da sala) é a principal parte da aula, pois o bailarino dança livremente. O centro exige postura, coordenação, força, agilidade, que são desenvolvidas na barra. No centro também há exercícios lentos e rápidos. Primeiro, com os pés no chão, até chegar aos saltos. É tão natural como o desenvolvimento de um bebê, do engatinhar ao subir as escadas.
- Postado por: fernanda às 13h04
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Battement Tendu
O battement tendu é o mais importante tonificador muscular de todos os exercícios praticados na barra, pois trabalha os três grupos musculares mais importantes da perna: o quadríceps (parte de trás da coxa), os adutores e os músculos da panturrilha. A tradução mais rudimentar do battement tendu quer dizer "impulsão esticada". É dessa maneira que deve ser executado tal movimento. Os tendus sempre começam e terminam em posições fechadas (1ª, 3ª e 5ª) e seu movimento consiste em esticar e retornar a perna nas três direções principais da técnica clássica: devant, à la seconde e derrière. Ao executar o tendu, o bailarino poderá exercitar com mais clareza as três forças divergentes que irão acompanhar todos os outros exercícios e movimentos da dança clássica. As três forças são a perna de base empurrando o chão, a perna de trabalho (que faz o exercício) en dehors e o tronco alongado para cima. O quadril é o ponto fixo dessas três forças. O en dehors provoca também uma força para dentro feita pela parte de trás das coxas, sentida com mais clareza nas posições fechadas. Essa é a primeira sensação sentida pelo bailarino na saída do tendu. Iniciando o movimento: colocam-se as pernas no ponto mais en dehors possível e então começa-se a transferência de peso das duas pernas para uma só, a de base. A perna deve sair com o pé inteiro pressionando o chão, inclusive o calcanhar. Aos poucos, este vai se levantando e passando a pressão para a meia ponta, e posteriormente para os dedos.
Observação importante: Os dedos saem de maneiras diferentes, dependendo da direção que a perna vai tomar. Se o tendu for en avant (devant), os dedos deixam o chão do dedão para o mindinho. Já se for à la seconde, todos os dedos devem sair juntos, levando-se em conta, claro, o tamanho deles. Já no tendu derrière, os dedos deixam o chão do mindinho para o dedão.A perfeita execução do en dehors facilita a entrada da perna na posição fechada. Já a junção das coxas facilita a transferência de peso da perna de base para as duas pernas.
- Postado por: fernanda às 13h04
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Posições dos pés e pernas
O ballet foi baseado na concepção de que ao virar os pés e as pernas pra os lados externos do corpo, isto é, para fora, não somente se conseguia atingir mais estabilidade e maior facilidade na movimentação, como também maior beleza de linhas. Essa concepção é chamada de en dehors (para fora), o que é adquirido lentamente sem ser forçado. Não se deve pedir a alunos principiantes um perfeito en dehors antes de seus músculos estarem aptos a executá-los sem demasiado esforço. Porém, este movimento antinatural deve se tornar para um bailarino uma segunda natureza. Portanto, no ballet, o princípio básico mais importante é o de aprender a virar as pernas, que em sua posição normal estão para a frente, para os lados, com a ponta dos pés para fora, os calcanhares para dentro, os joelhos e as coxas acompanhando as pontas dos pés. É importante adquirir a facilidade de virar as pernas en dehors a partir da coxa até o pé, sem a ajuda dos quadris e do corpo. Porém, não é recomendável forçar demais os principiantes para evitar defeitos posteriores nos pés e nos joelhos. Para tudo isso, porém, é também necessário uma boa colocação dos pés, que devem estar relaxados e com o peso do corpo bem distribuído (sem deixá-los cair nem para um lado nem para o outro). Distribui-se o peso do corpo em cima do pé tomando como ponto de apoio o seu meio. Além disso, quando no ar, o pé deve estar extremamente esticado, sendo que as pontas dos dedos vão para baixo forçando assim o calcanhar para fora (frente). Finalmente, com todos esses conceitos, podemos executar corretamente as cinco posições, criadas por Pierre Beauchamps no século XVII. Cada passo é iniciado e terminado em uma, assim como são utilizadas nas passagens de movimentos.
-1ª posição: Os pés devem estar unidos e virados para fora e os calcanhares juntos, formando uma linha reta. Não esqueça, toda a perna deve rodar para fora, e não apenas o pé. É possível, no início do aprendizado, afastar um pouco os calcanhares, uns dois ou três dedos um do outro, devido à dificuldade existente em encostar as panturrilhas uma na outra (válido também para quem tem perna em X). Não deixe seu pé cair para dentro. -2ª posição: Mesma "forma" da primeira posição, mas com os pés afastados. Ela tem o tamanho de um degagé à la seconde, e essa distância não deve ser aumentada para facilitar o encaixe do quadril durante o plié (para alongar o quadríceps e o tendão de Aquiles). Assente no chão toda a superfície do pé, não deixe pender para nenhum dos lados. Não se esqueça de, na hora do plié, manter sempre os joelhos para fora e o quadril encaixado. -3ª posição: Cruze um pé até o meio em frente ao outro. O princípio é o mesmo: corpo para cima, pernas viradas para fora, peso sobre as duas pernas, sem deixar o pé ceder para algum lado. -4ª posição: Partindo da terceira posição, faça um degagé devant, assente o calcanhar no chão e obtenha assim a quarta posição. É a posição mais difícil, pois um pé fica exatamente na frente do outro, o que dificulta conservar o en dehors. -5ª posição: É a mais fechada das posições. Um pé fica totalmente colocado à frente do outro, porém não se deve deixar apoiar o calcanhar nos dedos do outro pé. -6ª posição: É uma posição inventada por certas academias, onde os pés ficam paralelos e fechados um do lado do outro. Serve para facilitar o aprendizado, mas não leva nenhum dos princípios das posições anteriores.
Lembre-se sempre de:
- Manter o corpo bem erguido e puxado para cima (isso ajudará a rodar as pernas para fora e a se sentir mais leve e seguro) - Manter os ombros baixos - Subir o diafragma e encolher a barriga - Deixar o pescoço livre e relaxado - Distribuir bem o corpo entre as duas pernas - Subir os músculos da coxa e esticar bem os joelhos - Apertar as nádegas e virar as coxas para fora - Executá-las com precisão, mas também dançá-las com sentimento e expressão
- Postado por: fernanda às 13h04
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Aprenda um pouco mais sobre técnica clássica e relembre os exercícios dados em sala de aula.
Posições dos braços e mãos
Os braços são fatores importantíssimos no ballet. Eles devem ser a moldura que completa o quadro de figuras dançantes, assim, valem pelo detalhe, pelo acabamento, pela qualidade da obra de arte. Cada escola tem uma maneira de nomear as posições dos braços. Conheça as posições de cada uma delas, e saiba como executá-las corretamente.
Posições dos braços segundo a Royal Academy of Dancing
- Bras bas: os braços devem estar descontraídos, um pouco adiante do corpo e pouco dobrados nos cotovelos, com os dedos continuando a curvatura dos braços para criar um formato oval. Relaxe os ombros, mantenha os polegares próximos dos outros dedos e procure não mostrar as costas das mãos - Demi seconde: posição preparatória aonde os braços são mantidos do lado do corpo, um meio termo entre 2ª posição e bras bas - 1ª posição: os braços fazem um desenho oval à frente do corpo, sendo que as mãos devem estar curvadas na altura do estômago. Relaxe os ombros, sustente os cotovelos e vire as palmas da mão para si - 2ª posição: abra bem os braços, porém mantenha-os ligeiramente na frente dos ombros. Eles devem estar relaxados e um pouco curvos, porém não deixe os cotovelos caírem. As mãos devem estar voltadas para frente e os dedos flácidos e flexíveis. - 3ª posição: é uma fusão da 2ª com a 1ª, ou seja, cada braço fica em uma posição. - 4ª posição: esse é uma fusão da 2ª com a 5ª. Enquanto um braço está um pouco recurvado ao lado, o outro está ligeiramente adiante da cabeça, também fazendo uma graciosa curva (veja quinta posição). - 5ª posição: os braços devem estar fazendo um desenho oval um pouco adiante da cabeça, emoldurando o seu rosto. Não levante os ombros, e mantenha as palmas das mãos voltadas para você.
Posições dos braços segundo o sistema Vaganova (russo)
- Bras bas: mesma coisa no método da RAD - 1ª posição: também corresponde ao método da RAD - 2ª posição: mesma coisa da RAD - 3ª posição: corresponde à 5ª posição da RAD
Posições dos braços segundo o sistema francês
- 1ª posição: corresponde ao RAD - 2ª posição: corresponde ao RAD - 3ª posição: corresponde à quarta posição da RAD - 4ª posição: corresponde à terceira posição da RAD - 5ª posição: mesma coisa da RAD
As mãos também são importantes. Se elas não estão bem posicionadas, os braços estão completamente perdidos.É necessário mantê-las naturais e sem tensão. Os dedos devem estar agrupados com delicadeza e suavidade. Também nunca deixe as mãos caírem, principalmente na 2ª posição.
Grand Plié
A primeira sensação que um bailarino tem ao executar um grand plié é a de alongamento. Os pés pressionam o chão, enquanto a parte superior do corpo se alonga para cima. Os músculos da perna são alinhados, colocando as coxas em en dehors tanto quanto os joelhos e os pés. Isso permite que tudo fique em uma só linha, e que o pé fique grudado ao chão (no início do movimento). Enquanto desce, o bailarino continua a se alongar para cima usando os seus músculos abdominais, sendo que as omoplatas estão para baixo.Todos os dedos devem estar alongados no chão, principalmente o dedo mindinho, que tem a tendência de sair do chão levando o peso do corpo para o dedão. Isso desloca o quadril para trás, e causa uma torsão nos joelhos.
Atenção: quem tem metatarso caído (diminuição do arco do pé) tem uma maior tendência a fazer isso!
O grand plié é um movimento só: quando o quadril começar a se desalinhar dos joelhos e dos pés é o momento de retornar, por isso o tamanho do grand plié muda conforme o tipo físico do bailarino. Na subida, deve-se colocar os calcanhares o mais rápido possível no chão, sem com isso alterar o ritmo do movimento. A cabeça deve acompanhar a trajetória da mão. Com isso, os músculos do pescoço são trabalhados, tirando dele a tensão. Atente para a respiração: inspira-se no início, quando o corpo está alongando, e expira-se durante o exercício.
As posições do corpo
Todo bailarino deve desenvolver seu trabalho definindo internamente e visualmente o direcionamento espacial do espaço que utiliza. Ele deve considerar-se o centro de um quadrado do qual irradiam-se três linhas, como na figura abaixo.
É em cima desses pontos que se formam as posições do corpo.
Primeiramente, é necessário saber sobre os direcionamentos chaves:
- Devant: na frente - Derrière: atrás - À la seconde: do lado - Croisé: cruzado - Effacé: de frente - Ecarté: separado, afastado
O ponto 1 é a frente da sala, ou a platéia, logo, esse ponto é o devant (a frente) e o ponto 5 é o derrière (atrás). Considere, para iniciar, que croisé (cruzado) é quando as pernas estão cruzadas em relação ao espectador. Se você vira de frente para o ponto 8 com a perna direita na frente, está em croisé devant. O croisé devant também pode ser obtido de frente para o ponto 2 com a perna esquerda na frente. Já o croisé derrière acontece de frente para os mesmos pontos, sendo que no 8 a perna esquerda está atrás e no 2 a perna direita está atrás. Outra posição é o effacé (de frente), onde seu corpo está sempre "aberto", as pernas não se cruzam, a linha do corpo fica aberto para o público. Quando se está de frente para o ponto 8, a perna esquerda na frente indica effacé devant, sendo que a perna direita atrás indica effacé derrière. Já de frente para o ponto 2, o effacé devant é quando a perna direita está na frente, e o derrière é quando a perna esquerda está atrás. Concluindo: para se obter o effacé devant, estica-se a perna que está mais longe do público (ou do centro do palco), e para o effacé derrière, a que está mais perto. Já a posição ecarté (separado) deixa a perna sempre à la seconde (do lado, daí o nome "separado"), sendo que o corpo está de frente para as diagonais (ponto 2 ou 8). Para obter o ecarté devant, levem a perna mais próxima do público à la seconde. Já para o derrière, levem a perna mais distante à la seconde.
- Postado por: fernanda às 13h03
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Ficha Geral Nome: Dom Quixote, ballet em três atos baseado na obra homônima de Miguel de Cervantes. Estréia: 26 de Dezembro de 1869, no Teatro Bolshoi pelo Ballet Imperial. Coreografia: Marius Petipa e Alexander Gorsky. Figurinos: Vadim Rindim. Cenários: Vadim Rindim. Iluminação: Natasha Katz. Música: Ludwing Minkus. Bailarinos de estréia: Anna Sobeshenskaya (Kitri), Serguei Sokolov (Basilio).
História
Prólogo: Levado pela visão de Dulcinéia, Dom Quixote começa sua aventura ao lado de seu fiel escudeiro Sancho Panza. Ato I: Sevilha. Kitri, a filha de Lorenzo, está apaixonada por Basilio, mas decobre que seu pai quer casá-la com Gamache, um nobre. Dom Quixote e Sancho Panza entram na vila, provocando grande comoção. Ao olhar para Kitri, Dom Quixote pensa que achou sua Dulcinéia. Movidos pela idéia do casamento arranjado, Kitri e Basilio, aconselhados por Espada e Mercedes, decidem seguir Dom Quixote e Sancho Panza. Gamache e Lorenzo perseguem o casal. Ato II. Cena I: Acampamento cigano. Dom Quixote e Sancho Panza descobrem o casal fugitivo em um amigável acampamento cigano. Todos estão inspirados pelo clima de romance da noite. A visão de Dulcinéia aparece novamente para Dom Quixote, que percebe que Kitri não é sua idealizada, e que pertence a Basilio. De repente o vento ganha ímpeto. Dom Quixote então ataca os moinhos de vento, pensando que são gigantes ameaçando a segurança de Dulcinéia. Se sentindo miserável, ele cai em sono profundo. Ato II. Cena II: O sonho. Dom Quixote tem um sonho encantado com belas moças, onde a imagem de Kitri simboliza sua Dulcinéia. Ato II. Cena III: É Aurora. Lorenzo e Gamache interrompem o sonho de Dom Quixote. Simpatizante do amor do jovem casal, Dom Quixote diz o caminho errado para os homens. Ato II. Cena IIII: A taverna. Finalmente descoberta, Kitri é forçada por Lorenzo a aceitar o casamento com Gamache. O frustrado Basilio comete 'suicídio'. Sem saber da farsa, Kitri implora que Dom Quixote convença Lorenzo a desposar o 'cadáver'. Então Basilio 'ressucita'. Kitri vai se arrumar para o casamento enquanto Dom Quixote e Basilio agradecem Lorenzo e Gamache por terem aceitado o inevitável. Ato III: O casamento. A vila celebra o matrimônio. Dom Quixote congratula o casal, dá um caloroso adeus e continua suas aventuras.
luanarusso@hotmail.com
- Postado por: fernanda às 13h03
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ALONGAMENTO
Cada um difere de todos os demais no que se refere a força, resistência, flexibilidade e temperamento, porém, se você conhecer o seu corpo e as necessidades que o animam, será capaz de desenvolver seu próprio potencial. Atualmente, milhões de pessoas estão descobrindo os benefícios do movimento. Os alongamentos são elos importantes entre a vida sedentária e a ativa. Mantém os músculos flexíveis e ajudam a concretizar a atividade vigorosa, sem tensões indevidas. São muito importantes para pessoas que correm, andam de bicicleta, dançam ou fazem outros exercícios desgastantes, pois, atividades como estas causam tensões e inflexibilidade. Os alongamentos ajudam na prevenção de lesões comuns, tais como, distensão de canela, inflamação do tendão de Aquiles em corredores, e ombros e cotovelos doloridos, nos tenistas. É bom saber que os alongamentos são fáceis, mas quando feitos de forma incorreta, podem fazer mais mal do que bem.
TÉCNICAS CORRETAS
Não é preciso forçar os limites, não deve ser uma questão de competição ver até onde consegue se alongar. Os alongamentos devem ser feitos sob medida, conforme a estrutura muscular, a flexibilidade, e de acordo com os diversos níveis de tensão. O ponto chave é a regularidade com o relaxamento. A redução da tensão muscular promove movimentos mais soltos, e não um esforço concentrado para conseguir total flexibilidade, que frequentemente conduz a superestiramentos e a lesões. Fazer alongamento não provoca lesões, é algo pacífico, suas sensações sutis e revigorantes permitem a sintonia com os músculos. Não é preciso submeter-se a disciplinas, fazer alongamentos proporciona liberdade.Mas é necessário que se pratique devagar, especialmente no início. Comece de leve e seja constante. Afinal, não há como entrar em forma no primeiro dia. Todos podem fazer alongamentos, independente da idade ou flexibilidade. Não é necessário estar no ponto máximo de condição física, nem possuir habilidades atléticas.Se você tiver sofrido algum problema físico, uma cirurgia nas articulações e músculos, ou se vier de inatividade ou vida sedentária, é bom consultar um médico antes de começar um programa de exercícios ou alongamento.
POR QUE FAZER?
- Reduz as tensões musculares e dão a sensação de um corpo mais relaxado - Servem de benefícios para a coordenação - Aumentam o âmbito de movimentação - Previne lesões como distensões musculares, pois um músculo alongado resiste mais às tensões - Facilita as atividades de desgaste como corridas, tênis - Desenvolve a consciência corporal e aprende a se conhecer - Ajuda a liberar os movimentos bloqueados por tensões emocionais - Ativa a circulação - É gostoso, é bom!
(fonte: revista Você e a Dança - set/out/97)
Antes de começar a prática lembre-se de manter o controle do exercício de acordo com suas possibilidades. Uma pequena sensação de desconforto é natural. Caso você mal consiga firmar a posição de alongamento devido à dor muita intensa procure orientação especializada. O tempo mínimo na posição de alongamento é de 30 segundos.
Estes mesmos exercícios podem sofrer variações simples colocando-se as costas na parede, veja:

Figuras extraídas dos livros: Alongue-se de Bob Anderson e O Stretching Global Ativo de Ph. E. Souchard



 Ao erguer o tronco, no retorno do exercício, faça-o vagarosamente. A cabeça deverá voltar a posição normal somente depois que o tronco estiver erguido.
- Postado por: fernanda às 13h01
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